O principal alvo é o ex-governador fluminense Cláudio Castro.
Esta oitava fase da Operação Compliance Zero investiga aportes suspeitos de três bilhões de reais do Rioprevidência no Banco Master.
O dinheiro pertence ao fundo que atende a duzentos e trinta e cinco mil aposentados e pensionistas.
Agentes revistaram a cobertura onde Castro mora, na Barra da Tijuca.
Esta é a segunda vez, em menos de quinze dias, que o ex-governador é alvo de buscas da PF.
A defesa informou que ele acompanha os trabalhos com serenidade.
E paralelamente, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro articula a instalação de uma CPI para investigar investimentos estaduais no Banco Master.
O deputado Flávio Serafini, do PSOL, obteve as assinaturas necessárias após denúncias de que o Rioprevidência investiu quase um bilhão de reais diretamente na instituição.
Outro um bilhão e seiscentos milhões de reais foram aplicados em fundos administrados pelo banco.
Segundo os parlamentares, parte dos aportes ocorreu mesmo após o Tribunal de Contas do Estado proibir novas aplicações.
A Cedae também é investigada por destinar duzentos milhões de reais ao banco.






